Para Tasso, aliança governista “é a política das negociatas sempre com dinheiro do seu imposto”

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Por Fábio Campos
fabiocampos@focus.jor.br

Em um dia difícil para o PSDB, que assistiu à sua aliança ser duramente atingida e enfraquecida pela adesão do PSD e do Solidariedade à candidatura de Camilo Santana (PT) e à coalização liderada pelos Ferreira Gomes, os tucanos oficializaram a pré-candidatura do General Guilherme Theophilo a governador do Ceará em ato na tarde da segunda-feira, 21.

Em sua fala, Tasso Jereissati fez menção ao isolamento partidário ao qual foi exposto (somente o PROS permaneceu). O PSD, controlado pela família Aguiar, pulou o muro e aderiu à aliança PT-PDT. O Solidariedade também vai ne mesma linha. “Na minha vida política, desde 1986, nunca estive tão só. Mas, nunca estive tão certo que estou fazendo o melhor pelo Ceará”, disse.

“Se não reagíssemos não teríamos opositor aqui no Ceará. Seria o único estado do Brasil em época de democracia que não teria candidato de oposição. Teria só situação porque juntou todo mundo no mesmo balaio. E haja recursos para segurar esse balaio”, afirmou o senador.

Para Tasso, “o que vale é o interesse individual de continuar no poder. Estão lá juntos independentemente do programa do partido, da ideologia, da corrupção. Se um é ladrão nem importa porque o outro lado também é. Está todo mundo empate”, disse Tasso.

“É a política do conchavo, negociatas, acordos, trocas de favores. Sempre com dinheiro público. O seu dinheiro, o dinheiro do seu imposto… juntou todo mundo no mesmo balaio. E aja recursos para segurar esse balaio”.

“Está na hora de botar moral. É esse o nosso slogan”, finalizou o senador.

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