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IZA FALA DE REPRESENTATIVIDADE NEGRA E QUER CRIAR UMA ONG: “ME SINTO LISONJEADA”

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IZA é mesmo uma diva consciente! Em conversa com QUEM, a cantora falou da importância da sua representatividade e da emoção que ela sentiu ao atender alguns fãs mirins no camarim após um show em Ribeirão Preto (SP) e ser entrevistada por uma menina negra, que declarou que ela era a referência dela e da irmã. O vídeo da artista chorando viralizou na web.

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IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)

“Eu fiquei muito emocionada, porque muita gente já me perguntou como eu me sinto sendo referência para meninas negras. Só que eu nunca fui perguntada por meninas negras mesmo de fato, como foi ali. Eu tive um impacto grande, mesmo. Foi ali que eu vi o que estava acontecendo com o meu trabalho na rua. Eu me sinto muito lisonjeada, muito responsável e muito agradecida”, comemora.

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IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)

IZA confessou ter se visto naquelas crianças. “Eu ficaria muito feliz se eu pudesse ter mais pessoas em que me espelhar quando era mais nova. Eu acabei de enxergando nela. Eu fiquei emocionada porque para ela vai ser diferente do que foi para mim. Eu fiquei emocionada porque também vi que ninguém vai segurar aquela menina. Ela estava falando comigo superconfiante de que tudo que ela gostaria de fazer, ela irá fazer”, acredita.

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IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)

Um dos desejos da carioca é criar uma ONG para poder ajudar ainda mais pessoas. “Tenho um sonho de ter uma organização não governamental, mas eu preciso de tempo para isso e, no momento, eu não tenho para me dedicar como gostaria a este assunto. Eu tenho ideias grandiosas e quero que isso corra bem, saia tudo direitinho, como uma boa virginiana preza. Por isso, acho que isso será um projeto futuro, não muito distante. Mas tenho muita vontade. Eu acho importante não só mostrar para as crianças que elas podem estar em qualquer lugar, mas também as capacitar e posicionar essas pessoas no mercado de trabalho. Acho que é isso que faz toda a diferença mesmo. Só assim você consegue se enxergar nos lugares. Quando você chega em um hospital e é atendido por um médico negro, por exemplo. Eu tenho algumas ideias, mas não posso adiantar, porque ainda nem passei para o papel. Acho que a música vai me ajudar a realizar tudo isso que eu quero”, sonha.

IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
IZA (Foto: Gabryel Sampaio/ Divulgação)
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