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A riqueza cultural é um diferencial da CSP

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A tecnologia siderúrgica sul-coreana, a expertise de profissionais experientes de outras indústrias do Brasil e o rápido desenvolvimento dos cearenses. É desse caldeirão multicultural que a CSP é feita. Na visão do nosso superintendente de Produção, Juarez Sigwalt, trata-se de um desafio e um diferencial ao mesmo tempo.

 

A diversidade cultural era uma preocupação no início. “É impressionante o envolvimento do cearense em tudo que faz, além da sua capacidade de aprendizado em todos os níveis. Eu não tenho nenhuma ressalva em transferir informação para essas pessoas, porque eu tenho certeza que estão capturando essas informações. Em muito pouco tempo, elas vão estar na direção dessa empresa”, analisa Juarez.

 

O engenheiro metalúrgico lembra que interrompeu o processo de contratação de profissionais mais experientes para contratar recém-formados da Universidade Federal do Ceará (UFC). “Já temos gerentes cearenses”, destaca. Também nesse período, começaram a ser contratados jovens treinados pelo SENAI-CE, que hoje já são supervisores e coordenadores.

 

Conforme analisa, a empresa ganhou confiança, processos e aprendizados, construindo, aos poucos, sua própria cultura. “A perseverança do cearense é uma marca que precisa estar presente na cultura da CSP, porque os empregados locais têm a capacidade de desenvolvimento para alcançarem o que elas quiserem dentro”, comenta.

 

blow in de perto

Juarez esteve no Ceará pela primeira vez em 1998, para tocar um projeto de siderúrgica chamado Companhia Siderúrgica do Ceará,  liderado pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), onde trabalhava. O projeto não vingou, mas a relação com o Estado, sim. Tanto é verdade que hoje tem dois netos cearenses.

“Em 2010, antes de existir o convite para a CSP (que começou a ser construída em 2012), eu já tinha decidido me estabelecer no Ceará, por conta da minha família. Eu já tinha até moradia aqui”, relembra o engenheiro metalúrgico.

Na ocasião, Juarez trabalhava na Vale, atuando em Belém (Pará) e Belo Horizonte (MG). Foi naquele momento que o então presidente da CSP, Sérgio Leite, o convidou para ser diretor do projeto.

“Senti-me muito honrado, aceitei e agradeci por estar me dando três grandes oportunidades: voltar a trabalhar em operação; dar partida em uma siderúrgica e, além disso, voltar a morar na minha casa no Ceará, pois minha família estava vivendo aqui”, conta. Foi a consolidação de uma carreira.

 

Dia 10 de junho de 2016 ocorreu o acendimento (blow in) do Alto-forno da nossa empresa. Este momento tem um peso simbólico enorme para todas as dimensões da uma siderúrgica, principalmente, para empregados, executivos e acionistas. Também é um marco para a história do estado do Ceará.

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