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Barracas de praia terão horário diferente de restaurantes em nova fase da reabertura em Fortaleza; veja detalhes

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Com a entrada na fase 4 do plano de retomada, Fortaleza terá a liberação de organização de cinemas drive in (onde se assiste os filmes dentro dos carros). A informação foi confirmada com a publicação de mais um decreto no Diário Oficial do Estado (DOE), no começo da noite deste sábado (18). Outro detalhe trazido pelo texto é que barracas de praia funcionarão em horário diferente de restaurantes.

A partir da próxima segunda-feira (20), quando se iniciará a fase 4 na capital, os restaurantes poderão funcionar inclusive em horário noturno, podendo abrir das 6h às 23h, com apenas 50% da capacidade. Já as barracas de praia poderão funcionar apenas das 9h às 16h.

Outro detalhe do decreto é que eventos continuam vedados, mas o estado permitirá a prestação de serviços voltada exclusivamente ao planejamento deles. O decreto determina ainda que a atividade deve observar o limite da capacidade de atendimento presencial, o percentual de funcionários em trabalho simultâneo, bem como todas as medidas sanitárias específicas para o setor.

Além disso, o documento traz mudanças em relação ao que estava previsto anteriormente para as atividades religiosas na capital. Inicialmente, a fase 4 previa a realização das celebrações com 100% da capacidade dos templos, mas o Governo do Estado publicou que os eventos poderão receber apenas 50% do total de fiéis, segundo protocolo e com limite de uma pessoa a cada 12 metros quadrados.

A fase 4, contudo, tem a liberação total do trabalho presencial nas cadeias de alimentação fora do lar, assistência social, comércio de produtos não essenciais, indústria e serviços de apoio, e logística e transporte.

Os setores de educação e turismo também têm a liberação total dos trabalhos presenciais, mas não poderão ter aulas presenciais, eventos em geral, espetáculos e passeios turísticos.

Camilo Santana fala sobre a fase 4 de retomada da economia

Camilo Santana fala sobre a fase 4 de retomada da economia

Veja como ficam as regiões no plano de retomada econômica:

  • A capital cearense avança para a fase 4;
  • Demais cidades da macrorregião de Fortaleza avançam para a fase 3;
  • Macrorregião do Sertão Central, Litoral Leste/Jaguaribe permanecem na Fase 1;
  • Região Norte avança para fase 1;
  • Cidades da região Cariri e Centro-Sul mais afetadas (Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Brejo Santo e Iguatu) seguem em isolamento social rígido, permanecendo na fase de transição da economia.

Covid-19 no Ceará

Ceará contabiliza 146.972 casos confirmados de Covid-19, com 7.178 mortes registradas em decorrência da doença, conforme dados da plataforma IntegraSUS, atualizada às 17h06 deste sábado (18). O número de pessoas recuperadas chegou a 120.079

A plataforma indica que ainda há 74.456 casos suspeitos e 597 mortes em investigação pela infecção. O Estado soma 383.056 testes realizados para diagnosticar a Covid-19. Das mortes registradas, três foram confirmadas nas últimas 24h.

Fortaleza concentra as maiores taxas do novo coronavírus, com 39.892 casos confirmados e 3.584 mortes. Nesta semana, a capital registrou uma média móvel de casos 97% menor do que a registrada no pico da transmissão.

Em seguida no número de casos está a cidade de Sobral, com 8.942 diagnósticos positivos. A principal cidade da Região Norte tem 268 mortes confirmadas pela infecção.

Na Região Metropolitana de Fortaleza, Caucaia e Maracanaú somam 4.725 e 4.636 casos do novo coronavírus, respectivamente. Em número de óbitos, Caucaia é a segunda do Estado, com 305 falecimentos. Já Maracanaú tem 218 mortes em decorrência da Covid-19.

Juazeiro do Norte, no Cariri, tem 4.599 casos confirmados e 169 mortes. Devido aos índices da pandemia na região, Juazeiro, Crato, Barbalha, Brejo Santo e Iguatu tiveram o regime de lockdown renovado.

Veja outras informações da plataforma:

  • A taxa de ocupação das UTIs cearenses é de 72,49%;
  • A taxa de ocupação das enfermarias cearenses é de 38,40%;
  • A letalidade da doença no Estado é de 4,9%

Os números apresentados pela Sesa são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detectar a presença dos vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.

G1 CE

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