Ouvir Rádio: Rádio Senado / Universitária FM 107.9 Fale Conosco

Ceará tem cinco casos de infecções pelos vírus H1N1 e H3N2 em 2019

0

O Ceará já registrou 127 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2019, dos quais dois foram causados pelo vírus H1N1 e três pelo vírus H3N2. A infecção por influenza é similar ao diagnosticado no mesmo período de 2018, quando houve três casos por H1N1 e dois pelo tipo B. O número de ocorrências de SRAG, contudo, foi mais que o dobro do ano anterior, que contabilizou 61 casos confirmados.

Para evitar novos casos, a campanha nacional de vacinação contra a gripe foi adiantada para crianças e gestantes para o dia 10 de abril. Até então, as imunizações passariam a ser aplicadas a partir do dia 15 de abril.

Das ocorrências de SRAG registradas no Ceará até o momento, doze foram em decorrência de outros vírus, 45 não estão especificadas e 65 estão em investigação. Dentro do total de casos houve 11 óbitos confirmados, sendo nove não especificados, um por outros vírus respiratórios e um em investigação.

Em casos de SRAG, o indivíduo apresenta febre, mesmo que baixa, acompanhada de tosse e/ou dor de garganta, dificuldade de respirar, geralmente com respiração rápida e curta. Os sintomas perduram por cerca de sete dias. Crianças podem apresentar somente febre e dificuldades respiratórias, como tosse, coriza e obstrução nasal, como sintomas.

A quantidade de casos foi contabilizada até esta quinta-feira (21) e divulgados pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Para gestantes e crianças de 6 meses até menores de 6 anos, a vacinação contra a gripe foi antecipada para o dia 10 de abril.

Mulheres que deram à luz há até 45 dias e os demais grupos prioritários serão imunizados a partir do dia 22 do próximo mês. A recomendação é do Ministério da Saúde.

Todos os postos de saúde dos 184 municípios do Estado farão parte da 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Idosos, doentes crônicos, trabalhadores da saúde, população indígena, adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas, população carcerária, funcionários do sistema prisional e professores de escolas públicas e particulares compõem o grupo prioritário.

G1

Compartilhe

Deixe um comentário