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Companhias aéreas intensificam fiscalização de tamanho da bagagem de mão

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Companhias aéreas ficam mais rigorosas na fiscalização de bagagem de mão
Jornal Nacional
Companhias aéreas ficam mais rigorosas na fiscalização de bagagem de mão

Companhias aéreas ficam mais rigorosas na fiscalização de bagagem de mão

Atenção, senhores passageiros que se dirigem aos aeroportos pro feriado da Semana Santa. As companhias aéreas anunciaram o aumento do rigor na avaliação do tamanho da bagagem de mão.

Tem hora que é difícil fazer caber tudo na mala. Se for bagagem de mão, então. “A gente tenta colocar o mínimo, mas não dá”, diz uma passageira.

Pelos dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, 65% dos passageiros viajam com tarifa econômica, que permite levar de graça uma mala pequena dentro da cabine.

As companhias aéreas dizem que, como muitos passageiros fazem check-in pela internet ou nos pontos de autoatendimento dos aeroportos, a bagagem desses viajantes não era fiscalizada. Aí, muitas vezes, o que não cabia na aeronave tinha que ser despachado no portão do embarque, causando até atraso de voos.

Profissionais contratados pelas empresas aéreas farão a triagem das malas antes da sala de embarque. Passageiro com bagagem de mão fora do permitido vai ter de voltar ao check-in, despachar e, dependendo da tarifa, pagar por isso.

“Hoje, aproximadamente 90% dos passageiros cumpre rigorosamente essa regra. O objetivo dessa ação é garantir que aquele passageiro que comprou o bilhete mais acessível e leva consigo a bagagem a bordo, possa usufruir daquilo que adquiriu, porque esses 10%, 11% de passageiros que exageram um pouquinho acabam gerando o inconveniente”, afirmou Eduardo Sanovichz, presidente Abear.

Por enquanto, a campanha é educativa nos 15 aeroportos mais movimentados do país. A mala tem que ter o tamanho de uma caixa – de 55 centímetros de altura, 35 de largura e 25 de profundidade – e pesar até dez quilos. O passageiro pode levar ainda uma mochila pequena ou uma bolsa.

A estatística Vanessa Loureiro Silva é prevenida: “Eu peso em casa, tenho uma balança. Então, eu já adquiri também uma mala com a dimensão menor. Eu gosto da praticidade de não ter que despachar e também não pagar pelo excesso da bagagem. E é essa a minha estratégia”.

G1

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