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Emmanuel Macron

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Presidente da França, Emmanuel Macron, discursa sobre incêndio na Notre-Dame — Foto: Yoan Valat/Pool via Reuters Presidente da França, Emmanuel Macron, discursa sobre incêndio na Notre-Dame — Foto: Yoan Valat/Pool via Reuters Presidente da França, Emmanuel Macron, discursa sobre incêndio na Notre-Dame — Foto: Yoan Valat/Pool via Reuters O presidente da França, Emmanuel Macron, voltou a prometer nesta terça-feira (16) a reconstrução em até cinco anos da Catedral de Notre-Dame, após o incêndio que a destruiu parcialmente. “Nós vamos reconstruí-la, e vai ser ainda mais bonita”, afirmou, em discurso na televisão. O templo é considerado um dos maiores símbolos de Paris, a capital francesa. “Ao longo de nossa história, nós construímos cidades, portos e igrejas. Muito foi destruído, e sempre nós reconstruímos”, disse o presidente francês. Veja como ficou Catedral de Notre-Dame após o incêndio Bombeiros ainda trabalhavam na Notre-Dame nesta terça-feira (16), dia seguinte ao incêndio que destruiu parcialmente a catedral em Paris — Foto: Yves Herman/Reuters Bombeiros ainda trabalhavam na Notre-Dame nesta terça-feira (16), dia seguinte ao incêndio que destruiu parcialmente a catedral em Paris — Foto: Yves Herman/Reuters Bombeiros ainda trabalhavam na Notre-Dame nesta terça-feira (16), dia seguinte ao incêndio que destruiu parcialmente a catedral em Paris — Foto: Yves Herman/Reuters Altar da Catedral de Notre-Dame, em Paris, é fotografado nesta terça-feira (16) em meio aos destroços deixados pelo incêndio — Foto: Ludovic Marin / AFP Altar da Catedral de Notre-Dame, em Paris, é fotografado nesta terça-feira (16) em meio aos destroços deixados pelo incêndio — Foto: Ludovic Marin / AFP Altar da Catedral de Notre-Dame, em Paris, é fotografado nesta terça-feira (16) em meio aos destroços deixados pelo incêndio — Foto: Ludovic Marin / AFP Macron também parabenizou os trabalhos das equipes de resgate. “Cada um fez o que pode, cada um em seu lugar, cada um com o seu papel”, acrescentou. “Eu enfatizo a vocês: nós somos este povo de construtores. Temos muito a reconstruir”, disse Macron. O presidente francês, Emmanuel Macron, ao lado do primeiro-ministro, Edouard Philippe, e do Arcebispo de Paris, Michel Aupetit, fala em frente à Catedral de Notre-Dame, em Paris, na segunda-feira (15) — Foto: Foto: Reuters/Philippe Wojazer/Pool O presidente francês, Emmanuel Macron, ao lado do primeiro-ministro, Edouard Philippe, e do Arcebispo de Paris, Michel Aupetit, fala em frente à Catedral de Notre-Dame, em Paris, na segunda-feira (15) — Foto: Foto: Reuters/Philippe Wojazer/Pool O presidente francês, Emmanuel Macron, ao lado do primeiro-ministro, Edouard Philippe, e do Arcebispo de Paris, Michel Aupetit, fala em frente à Catedral de Notre-Dame, em Paris, na segunda-feira (15) — Foto: Foto: Reuters/Philippe Wojazer/Pool É o segundo discurso de Macron desde o incêndio na Notre-Dame. Enquanto as equipes ainda tentavam apagar o fogo, na segunda-feira, o presidente foi até a praça em frente à catedral, e prometeu uma campanha internacional para reconstruir a igreja. Pacote de medidas adiado Coletes amarelos participam de protesto dos coletes amarelos em Toulouse, no sul da França, neste sábado (13) — Foto: Pascal Pavani / AFP Coletes amarelos participam de protesto dos coletes amarelos em Toulouse, no sul da França, neste sábado (13) — Foto: Pascal Pavani / AFP Coletes amarelos participam de protesto dos coletes amarelos em Toulouse, no sul da França, neste sábado (13) — Foto: Pascal Pavani / AFP Diferentemente do programado, Macron não anunciou nenhuma medida para apaziguar as tensões levantadas pelos protestos dos coletes amarelos, iniciados no ano passado. SANDRA COHEN: Reconstrução de Notre-Dame é nova chance para Macron O discurso desta terça-feira, de acordo com a imprensa francesa, serviria para o presidente fazer o balanço após meses de “grande debate nacional” – projeto de diálogo do governo francês para atender algumas das reivindicações dos manifestantes. “Eu voltarei a falar com vocês, como prometi, nos próximos dias”, disse, “mas o momento não chegou”. Macron não informou uma data de quando voltará a falar sobre as medidas.

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