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IFCE Pecém contribui para acesso ao mercado de trabalho

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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará do Pecém (IFCE-Pecém) está contribuindo com a formação dos moradores de São Gonçalo do Amarante e Caucaia. A instituição de ensino direciona os cursos que oferece às necessidades de mão de obra das empresas instaladas no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP). Desde a inauguração do campus, em 2016, 1.200 alunos já se formaram nos cursos ofertados. Apenas neste semestre, a oferta foi de 70 vagas em cursos técnicos e 250 em cursos de qualificação, e, para 2019.2, o IFCE/Pecém vai oferecer 175 vagas em cursos técnicos e cerca de 300 vagas em cursos de qualificação.

De acordo com o diretor do campus, Marcel Ribeiro, o ensino do IFCE tem o objetivo de alinhar o perfil de formação dos alunos às necessidades do complexo e oferecer soluções tecnológicas para o CIPP. “As formações ofertadas são diversas. Atuamos em segmentos variados e somos orientados pelas empresas do CIPP. As empresas nos alertaram que estavam com carência em determinadas áreas e, por isso, investimos em cursos básicos de soldador, eletricista industrial, eletricista predial, almoxarife, inglês e matemática básica, por exemplo. Também ofertamos outros mais específicos, como programador de CLT, instrumentação industrial e vamos iniciar agora gestão da qualidade e gestão de manutenção”, explicou Marcel.

O IFCE-Pecém oferece cursos técnicos. Atualmente, são dois: eletromecânica e automação industrial. Para o próximo semestre serão criados os de química, segurança do trabalho e eletrotécnica.

Encaminhamento profissional

Preocupado com a empregabilidade dos alunos, o campus já contribuiu para que mais de 400 estudantes se inserissem no mercado. “É um serviço que prestamos gratuitamente para as empresas e os alunos. Já o nosso programa de Jovem Aprendiz foi criado por conta de uma demanda das empresas pela dificuldade de encontrar aprendizes principalmente na área técnica. Nossa turma de eletromecânica tem mais de 70% dos alunos empregados ou aprendizes. Esse número demonstra a articulação do instituto com o setor produtivo”, pontuou o diretor.

E para 2020 a expectativa é chegar aos 1000 alunos matriculados. Para o segundo semestre do próximo ano, a ideia é criar o curso de graduação em mecatrônica industrial.

CSP/Com informação SGA Noticias

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