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Justiça não pode ser vista como ato de vingança, diz Marina sobre condenação de Lula

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De olho na corrida presidencial de 2018, Marina Silva diz que a justiça nunca pode ser tomada como ato de vingança, contrariando a tese de frentes ligadas ao PT. “Os três grandes partidos que contribuíram para a democracia [PT, PSDB e PMDB] estão igualmente comprometidos [pela Lava Jato]. Isso é muito triste”, analisa a ex-ministra do governo de Lula.

Na avaliação de Marina, a condenação de um ex-presidente é “fato grave” que se soma à cassação de Dilma Rousseff e à denúncia de Temer. “Isso mostra o amadurecimento das instituições democráticas e que ninguém está acima da lei e da Constituição. É preciso garantir que a Lava-Jato vá até o fim de sua missão e resista aos golpes daqueles que resistem a ter seus delitos punidos.

Em nota à imprensa, a Rede declarou o seguinte: “É preciso que mesmo após o final da Operação Lava Jato, sua herança permaneça para toda a nação como uma atitude irrevogável de busca da Justiça para todos, como um caminho sem volta de defesa do Estado e do interesse público. É preciso, também, que a Câmara Federal mostre que está à altura desse momento de amadurecimento das instituições democráticas e vote favorável à autorização para que o Supremo Tribunal Federal julgue o presidente Temer”.

Diário do Poder

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