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Susto em Fortaleza e fadiga de material fazem PDT se mexer como nunca

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Leitura: o quadro político do Ceará impõe que os movimentos sejam antecipados. Ou melhor, a coisa não está fácil como podem imaginar os desavisados.

Por Fábio Campos
fabiocampos@focus.jor.br

O susto do PDT com o resultado final da eleição para prefeito de Fortaleza em 2020, com uma vitória de margem apertadíssima, algumas derrotas em municípios chave (como Caucaia), unidos à natural fadiga de material de quem está há tanto tempo no poder, impôs uma mudança crucial na caminhada da sigla para a disputa pelo Governo em 2022.

Não é à toa a série de 12 encontros regionais que a sigla iniciou em setembro passado. Na prática, os encontros servem para arregimentar as forças, promover coesão política e, ao fim das contas, expor os potenciais nomes da sigla tanto para o conjunto do partido quanto para o público.

Quem conhece o histórico da força política que hoje habita o PDT sabe bem que não se trata de algo usual quando falta tanto tempo para a definição das candidaturas. Leitura: o quadro político do Ceará impõe que os movimentos sejam antecipados. Ou melhor, a coisa não está fácil como podem imaginar os desavisados.

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