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Vídeo: médico relata sucesso no tratamento do COVID-19

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equipe Focus
focus@focus.jor.br

Internada em estado grave por complicações do coronavírus, a mãe dos proprietários do grupo Prevent Senior, rede de saúde especializada em clientes da terceira idade, com faturamento bruto em torno R$ 3 bilhões, começou a responder positivamente ao tratamento com o medicamento hidroxicloroquina associado ao antibiótico  azitromicina. Trata-se de uma das primeiras pacientes do Brasil a testar o tratamento com a cloroquina e a azitromicina.

Na noite desta segunda-feira, 23, o médico Pedro Benedito Batista, cirurgião-geral e diretor-executivo da Prevent, disse o seguinte ao apresentador José Luiz Datena, da Band: “A gente começou literalmente a criar uma esperança para o país e para o mundo. Desde a última quarta-feira, a pedido da família, iniciamos o tratamento da dona Mariazinha de 72 anos… do sábado para cá [a paciente]começou a responder adequadamente à medicação. Ela estabilizou os processos inflamatórios no pulmão”.

Na sequência, o médico disse que já entrou com o pedido para o estudo científico na plataforma Brasil. Com protocolos de medicação aprovados, “todos os pacientes com coronavírus que estão dentro da rede Prevent Senior já estão recebendo o tratamento”.  Pedro Benedito Batista chegou a perguntar: “Datena, você tem ideia de quantos pacientes que estavam em enfermaria que a gente já conseguiu dar alta?”

Para o médico, já existe uma evidência clara de que a associação dos dois medicamentos “está evoluindo adequadamente e diminuindo a carga viral nos pacientes e permitindo que tenham a possibilidade de recuperação”. Disse ainda que, “nas últimas 24 horas, os pacientes de enfermaria não precisaram mais ser internados em UTI”. O medico acrescenta que tais pacientes “estão apresentando uma melhora clara”.

No Brasil, hospitais da rede Prevent Senior, o Sírio Libânes e o Albert Einstein, os dois últimos referências hospitalares, já haviam anunciado que avaliariam como iniciar protocolos e pesquisas para administrar a droga em pacientes com quadros graves causados pelo novo coronavírus.

No Ceará, principalmente me Fortaleza, já se sabe que os médicos, mesmo sem permissão da Anvisa, mas com permissão das famílias, já iniciaram protocolos de tratamento similares.

Veja a entrevista

 

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